sábado, 30 de junho de 2012

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Hiperidrose - suor excessivo - programa televisão

Senhores e senhoras interessadas no tema da hiperidrose (suor excessivo): o programa Querida Júlia, na SIC, irá fazer uma abordagem sobre a doença, com médicos e doentes.

Creio que será amanhã, dia 26, mas fiquem atentos à programação.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ela disse

Agora procuro o silêncio.

Mas nos seus olhos verdes dardejam cantigas.

E a Ilusão continua, inédita e pela quarta vez...

Vamos repetir: Portugal, Pooortugal, Porrrrtuuuugaaalll...

Isto do mundo futebolístico só não encanta os seres que, eivados de snobismo e intangível intelectualidade, se tornam pedras insensíveis aos dizeres de quem tem, em boa verdade, não a escola da vida mas a escola das quatro linhas: retangular, objetiva, certeira.

Num desses rasgos que condensam "o mundo num só grito", segundo a grande La Espanca, Cristiano Ronaldo acabou de nos arrumar a todos, ontem depois do encontro que se saldou em glória e safa lusa, com uma verdade tão mas tão sensata e desprovida de artifícios, que merece a honra da Alegoria. "A Ilusão continua." A Ilusão continua, repito. Reparem: a ilusão. Não o sonho, a quimera, a esperança, esses vocábulos doces e que quase juram certezas longínguas. Não. A ilusão. E não é de ilusão que se trata? O tento, o esférico, o campeonato, o estar aqui?

Ah, o Ronaldo é que as sabe! Ele e o jornalista ou comentador já nem sei...Que isto é inédito pela quarta vez e isso, camaradas, apenas nós, portugueses, conseguimos. Será, talvez, o eterno retorno da portugalidade façanhuda.

Siga para golo, carambia (sim, se Portugal ficar de lado, sou pela Espanha...e pela Grrrrrrécia).

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Nelson Motta - Muito Fã

Enquanto continuo irritadíssima com o facto de não conseguir colocar fotos neste prodigioso blog, persisto com a minha tarefa de escrevinhadora de pensamentos a esmo, pedindo agora que imaginem. Sim, estimado leitor, imagine um homem de cabelo branco, rosto agradável, sotaque carioca com voz de sol, óculos escuros. Pronto, eis Nelson Motta. É dele que falo hoje na Alegoria.

Ontem, num daqueles bons acasos do zapping, vi um pouco do programa Bairro Alto apenas porque, ao virar de canal, me deparo com esta fantástica figura, de que sou declarada admiradora há anos.

Em primeiro lugar, a expressividade do Nelson Motta, como se alude acima, é irresistível. Ele é "o" conversador, e nato. Digamos que o seu talento de conversar é uma extensão, ou até a origem natural, de todos os outros. Entre outros pontos altos da sua longa carreira de tantas realizações, Nelson Motta foi o produtor musical de Elis Regina, Tim Maia, e de Marisa Monte, a Diva. Com Marisa Monte, Nelson Motta fez o que o próprio designa de "Tese de Mestrado", uma pesquisa aturada de repertório, cuidadosa preparação de uma carreira e do primeiro disco tendo como única condicionante a excelência artística e a originalidade maravilhosa dos predicados de Marisa. Esse brilho está bem patente no luxo do primeiro disco da cantora e compositora, cujo espírito permanece na carreira da Diva.

Mas Nelson Motta não apenas produziu musicalmente, e muito bem, grandes nomes da música popular brasileira (e não só, pelo menos um disco de gospel de um coro norte-americano contou também com o seu dedo mágico). Também compôs, deu letras a canções, escreveu um número incontável de crónicas e publicou vários livros com temáticas tão diferentes quanto o futebol, a música popular brasileira, a biografia e o romance. A sua escrita, de resto, espelha todo o sabor da expressão de Motta: todas as cores rebentam, todos os sentidos dançam, entre uma narrativa totalmente fluída e indefetivelmente sedutora. Ao Som do Mar e à Luz do Céu Profundo é, por exemplo, um romance maravilhoso que apenas ao mencioná-lo já sinto vontade de reler integralmente.

Essencialmente, Nelson Motta é muito coerente na variedade louca daquilo a que se propõe: ama a vida e celebra a Grande Viagem em tudo o que toca. Por isso o meu abraço e admiração gigante, e a vontade de que frua e seja fruído sem fim.

domingo, 10 de junho de 2012

Carros e carrinhos e coisas sem nexo

Andavam as comadres aflitas que os jogadores da Seleção andam para aí a aparecer com os seus carrões-bombonas, e que o povo coitado, aflito com as troikas e baldroikas é bem capaz de se amargurar porque no fundo o povo (coitado) não pode ter máquinas daquelas, e que a época é de crise, e que assim não se gera a empatia, e o diacho a oito.

Felizmente que, no meio deste equívoco arengar, sempre se ouviram opiniões sensatas. Menos, diria, flausinas. De facto, mas a quem é que interessa o tamanho, a marca, o preço, sei lá o quê, do carro dos jogadores da Seleção? Se têm carros bons, muito bons, opulentos, luxuosos, submarinos e helis, é lá com eles. É porque podem. Deveriam os jogadores de se deslocar de Sinca alugado, de 1964, para satisfazer a dura realidade do português com rédea curta de finanças? Quero lá bem saber! Estou a ter cortes há anos, não tenho carro (nem carta), não tenho casa, não tenho em boa verdade nada. E daí? Ainda bem que há quem possa ter, comprar, gastar, e ter prazer com isso. Ao longo da vida já andei em carros muito diferentes entre si, da pileca mais pileca (que era minha e a meias) a bombonas de entortar os olhos aos apreciadores de viaturas (de alguns amigos). Claro que a segurança conta, e é um primor andar em carros em que se sente um conforto que aumenta a a sensação de estarmos seguros, mas o que interessa é a essência dos passageiros, os momentos passados, a viagem em si. Os prazeres únicos, intransmissíveis, insubstituíveis.

E parece que é a essência que vai tosca por todos estes reinados ermos do Planeta. Deixem de se aborrecer sobre o que os outros têm fruto do seu trabalho, e preocupem-se com os corruptos, com os tinhosos que têm porque roubam, ou mentem, ou fogem.

E força, Portugal. Sim, gosto de futebol. Sim torço, obviamente, pela Seleção. Mesmo que os carros deles estejam uns meros furinhos acima da querida pileca que um dia tive.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Aceitam-se verdadeiramente Grandes ideias

Berthe Morrisot, Le Jardin à Bougival

A questão é muito simples de colocar. Afigura-se-me, contudo, mui complicada de resolver. E é esta:

Como conseguir viver no campo, trabalhando no campo, ou em casa no campo, e não num vilarejo ou urbe próximos? E campo-campo, entendam, fora daqui, além, embrenhada em verde e naquele sossego dos passarinhos.

A cidade envilece: estou convicta.

* O Blogger não me deixa colocar imagens. Tinha uma linda para este ensejo. Maus. (Pus uma dias depois...)

terça-feira, 5 de junho de 2012

Pequeno apontamento em antecipação

Quando voltarmos a ter uma semana inteirinha de labor sem um feriado, como iremos nós sobreviver? Felizmente, estamos no mês do Euro (não é do carcanhol seus distraídos!), e eu sou uma fã confessa de futebol (Poooooooorto), e fico especialmente entusiasmada com Euros e Mundiais. Sei lá, é o encontro de culturas, é a diversidade, é a diversidade de estilos de jogo, é o tento multinacional... As massas garridas, enfim, compreendeis.

Foi o Pasolini que disse que o futebol latino-americano é poesia, e o europeu é prosa. Esperemos, então, folhear um belo romance durante este mês.

Vaticínos para os resultados da nossa Seleção? Mauzitos, mauzitos.

domingo, 3 de junho de 2012

Um pequeno paraíso aberto a todos no Gerês















                                                             
                                                     E lá bem perto...




Ermida Gerês Camping
Contacto: Carlos Silva - 969 846 686


Queridos leitores, este post é inteiramente dedicado a um sonho que, de plano a projeto e a processo se tornou realidade. E eu fico particularmente feliz com isso porque se trata de um sonho e de um projeto dos melhores, levado a cabo pelo meu Mano e pela minha cunhada. Mas o quê, como, onde, perguntarão os meus curiosos leitores.

Trata-se de um parque de campismo no Gerês, numa das últimas aldeias comunitárias nacionais, a Ermida. Não imaginam quantos escolhos, dificuldades, papeladas, procedimentos, procedimentozinhos e procedimentozões, mais ou menos racionais, tiveram os autores desta ideia de ultrapassar ao longo de vários anos, para finalmente conseguir passar do papel à prática na sua propriedade. Demasiados, para um projeto tão interessante, válido e exequível quanto este, clara mais-valia para a região e para o País. Mas isso agora fica apenas como mais um motivo de orgulho e de comemoração, porque dentro de muito poucos dias o Ermida Gerês Camping terá as suas portas e braços abertos!

O que me deixa, adicionalmente, muito feliz, é que esta é uma concretização idealizada por pessoas que são genuinamente amantes da Natureza, que fogem para magníficos lugares, dentro e fora de Portugal, sempre que podem, e que vibram com tudo quanto o ar livre, a montanha, a serra, seja a nossa Serra do Gerês ou os Himalaias, a neve, os rios e a aventura proporcionam, nesse magnífico ambiente onde nos sentimos tão mais próximos do nosso verdadeiro sentido. Conhecendo o meu amor pelo campo, perceberão que partilho do entusiasmo inteiramente.

Quem escolher o Ermida Gerês Camping para uns dias ou umas férias, terá a oportunidade de explorar lugares tão encantadores quanto as termas do Gerês, as cascatas do Arado e do Tahiti, o trilho romano, entre outras maravilhas, que podem incluir ter a sorte de ver cavalos selvagens, soltos por aquela beleza fora. Atividades como montanhismo, escalada, canyoning, ou simplesmente percursos pedestres, são também atrativos irresistíveis quando se está a céu aberto com tantas possibilidades de descoberta e emoção. Vindimas, noites do lagar, desfolhada...outro tipo de prazer que pode acrescentar-se a tantos outros. E há mais ainda.

Face a tantas e tão boas razões, está claro que recomendo a todos esta experiência, com desejos de plena fruição e sensação de liberdade que, digam o que dizerem, é inigualável na Natureza!

Se houver outros bloggers que possam ajudar a divulgar este projeto de amor, o meu agradecimento será imenso.

Beijinhos e abraços a todos e em especial aos pais deste pedaço de bom caminho.

sábado, 2 de junho de 2012

O fim do Mundo


O bailado de Via Láctea e Andrómeda

Últimas imagens da Terra (dizem que é mais ou menos assim)

Kid Abelha - Pega Vida (Paula Toller/George Israel)


Tudo começou com o comprimido da malária. Meia hora de pé é o que a bula manda depois da toma, pelo que Tamborim Zim interrompeu as suas leituras e lá se levantou, lavou umas pecinhas de louça e, contrariamente ao que é seu habitual, menos ainda de dia, ligou a televisão e viu um pouco das notícias. As amenidades que já trauteamos de cor e salteado sobre a Seleção (força Portugal, claro, bamos lá cambada), foram depois substituídas por um momento de outra elevação e mui superior risco. Andrómeda, a galáxia mais próxima da nossa linda Via Láctea e o nosso sistema solar, aproximam-se a uma velocidade de 480 mil kms uma da outra, se é que percebi bem (nestas imensidões, tudo pode acontecer). Depois de uma aproximação irrefreável, as duas galáxias chocarão e passarão uma entre a outra como fantasmas, segundo leio pelos desmundos internáuticos. Ambas expulsarão muitas das suas estrelas para o espaço vazio, e quando um novo sistema solar se formar, na sequência da união, via gravidade, das duas, as estrelas regressarão, seduzidas pela grave lei. Fala-se já num nome para essa nova galáxia: Lactómeda.

Tamborim Zim, que ouve falar vagamente de ameaças de meteoritos, coisa que nada tem a ver com este caso, fica de olhos esbugalhados. Ouve, incrédula, a voz cordial e super "bem com a vida" da repórter, dizendo que nessa altura, ou seja, daqui a uns 2,5, ou 3 milhões de anos (como vi noutros sítios - ou 5 milhões, como vi noutros para o encontro total entre as duas galáxias), lá se daria a fusão e a civilização humana, uma pequena civilização que um dia por aqui passara, teria desaparecido. E a senhora apresentadora pareceu acatar esta "super-nova" tranquilamente (pimenta no bumbum do outro é refresco, volto a repetir), tanto que foi com um sorriso nos lábios que continuou a sua vida. Aposto que o José Rodrigues dos Santos teria apresentado outro ar, entre a perplexidade histriónica e a imobilidade siderada. Ai, não, siderado vem de sideral, isso aprendi com o Jorge Luis Borges...Affff.

Fico em estado de choque: então mas e os cientistas sabiam disto tudo? (Eles e a torcida do Flamengo, como depois vejo na galáxia Internet, que ao menos não choca mas tudo aglutina, uma vez que esta notícia não é notícia. Só para mim, Tamborim Zim, e outros incautos apanhados de surpresa no início da tarde de sábado. Sabe-se desde o final dos anos 50, mas sem grandes pormenores de consequência.) Então e isto é verdade, verdadinha, não é possibilidade, probabilidade, rumor, fofoca  das estações espaciais, dos Hubbles deste mundo? E a gente desaparece daqui assim, sem deixar rastro, mas naquela não da alta probabilidade mas da certezinha absoluta como dois e dois serem quatro? Que inaudito diacho! Imediatamente me vieram à mente duas urgências dignas de post-it. Uma digo já: temos mesmo de encontrar outra galáxia, outro ou outros planetas para arejar a pevide e migrar a vida humana, que depois noutra qualquer, e mesmo que Saturno ou Titã, como se alvitra, forneçam condições plausíveis para vida, nunca se sabe como é que aí nasceríamos de novo, que isto das origens é sempre para Além de complicado. Por mim, amava poder circular livremente entre planetas, tipo: "Não posso ir para o Algarve nas próximas férias, nem a Paris, porque vou a Saturno ou a Marte".

Bom, mas sem dispersão... Nestas coisas, como de resto em todas, ele há vários pontos de vista e opinanços a ter em conta. Então, segundo alguns, nem tudo estaria perdido: há muuuuito espaço entre as 100.000.000 de estrelas envolvidas, pelo que Andrómeda e a Via Láctea poderiam dançar (dança é termo muitas vezes usado para este encontro) sem que a Terra se despedaçasse. Talvez fosse melhor que saísse do sistema para não apanhar com uma supernova em cima mas, meus caros, ninguém sabe ao certo. Pensa uma pessoa que, enfim, por uma daquelas magnânimas composições da sorte, até a Terrinha poderia escapar, quando outros conhecimentos assomam às retinas imocentes de Zim: quê lá isso, não se preocupem porque o o Sol, sim, o solinho, o bom do Astro Rei acabará com a Terra antes do choque o fazer, uma vez que o hiper-bichano estelar conhecerá uma imensa expansão em que poderá mesmo consumir planetas como Mercúrio, e todo o movimento despoletado nos universos ou pluriversos ou o que quer que nos rodeie, sãos amigos, fará com que caiamos inapelavelmente nessa gigantesca ratoeira incandescente do Sol. Vejam, vejam a previsão do nosso fim próximo, acima, vejam se duvidam. De novo, sigo o título do Lobo Antunes e pergunto: que fazer quando tudo arde? Snif. Isto simplesmente não está certo. O que vale é que deve ser improvável que algum cientista ponha as mãos no fogo em que tudo sucederá assim - ou assado? (Assado também não é expressão conveniente ou de bom augúrio neste contexto...)

A outra urgência que me ocorreu foi a seguinte: temos de enviar cópias, disquetes, pens, CDs, DVDs, dossiers, o que seja das nossas grandes produções artísticas para outros planetas, para outros sistemas solares, para todo o lado. Para a Lua, para todas as ruas da Lua! Como perder-se Os Maias? Como esquecer-se o tesouro da música de Jobim? Como é que as telas do Monet e do Dalí se evaporarão da realidade e da memória? E o que é pior, a perda da realidade ou da memória?

Mas o que mais me aperta, e sempre apertará, é pensar na perda do ser humano e dos seus monumentais sorrisos, dos lindos sentimentos que pode conhecer e transmitir, dos divertimentos de viagens, do deslumbramento de que somos capazes, da ideação que nos faz navegar muito mais longe que todas as supernovas para qualquer destino que estas possam conhecer. E como será o mundo sem leões, sem pássaros, sem o azul, sem o mar, o mar de banhar, como tudo, sem sonho? O que é que conta, no fundo e ao cimo? "O que é que e bom?", verso da canção que numa noite de Verão, há tantos anos, me soprava em sonho? Como encarar o desaparecimento do amor? Que estranho ter saudades de nós, saudades nossas, ainda que "nós" não sejamos fisicamente nós, mas antropologicamente nós. Sinto-me irmã da humanidade nesse golpe que a longínqua antecipação desfere, e a um tempo parece que mais essa confirmação da efemeridade nos adensa e nos expande como o Sol se expandirá. Promessa, talvez.  E quando tudo arde...que fazer?

Também me veio à cabeça a canção dos Kid Abelha que podem escutar acima. Aproveitem e escutem, amem, pensem e experimentem no melhor nível esta viagem que nos saiu e cujo fim não poderemos (felizmente), prever. Como diz a minha querida amiga G., o ideal seria vermos cada dia não com o pensamento de "como se fosse o último", mas "como se fosse o primeiro". O primeiro dia de férias, acrescentaria.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Dois pensamentos profusos

Um

Já tinha reparado que vários poemas da barrinha lateral falam de rio. Não de rios, mas do rio, de um rio. Daí que dei por mim meditabunda, comme toujours, a pensar na frequência do pequenino vocábulo em tantos instantes da criação (e da fruição) artística. A própria palavra parece ser o que diz: escorrega, líquida, no seu significado, toca-nos a fluidez rápida com que passa da boca à imagem que de imediato se rasga nas nossas mentes: rio. As palavras curtas têm poder, isso é sabido; vejam, por exemplo, Tambo. Ok... E há uma beleza indesmentível na verbalização e na grafia daquele minimal e gracioso alinhamento das três letrinhas. Mesmo noutras línguas, a palavra é linda: river (nem tanto), fleuve (um sabor!), fiume... Fio de água, filamento translúcido que fala de claridade mas também de aventura, de delicadeza e solidão. Rio. Para lhe abençoar ainda mais as conotações, ei-la irmã, ademais, da minha cidade preferida, ou a que mais me emociona, o que dará no mesmo - sim, a Maravilhosa. Súmula para a eternidade da própria noção do eterno, a palavra é ilusoriamente frugal. Corre como seiva, como sangue, no apelo poético de todas as veias do mundo.

Outro

Mas como é que é possível esta canícula endiabrada em plena Primavera... Quanto mais prima, mais se lhe arrima, e é bem verdade! Eu não sou de intrigas: larguei os collants.

Malandragem

Cássia Eller - Malandragem (Cazuza/Frejat)


As grandes coisas tecnológicas - mesmo já não estando connosco, Cássia Eller rebenta na Alegoria com este diamante bruto de Cazuza e Frejat. Malandragem finíssima.